SILVIA TAVARES

The Integration of Safety Values and Measures in the Design of Resilient Public Spaces / A Integração de Valores e Medidas de Segurança no Projeto de Espaços Públicos Resilientes

For a few years now I’ve had the goal of publishing at least one article per year in Portuguese, my mother tongue. In 2020 I had the great pleasure of publishing an article in the Projectare journal, which is published in my alma mater UFPel. The abstract – both in Portuguese and English –  is below and the full article in Portuguese is available here.

 

Abstract in Portuguese

Este artigo apresenta uma análise do impacto do COVID-19 nos espaços públicos e a necessidade de integrar medidas de segurança em todo o processo de projeto urbano. Adotamos uma abordagem de Ergonomia e Fatores Humanos e Sistemas Sociotécnicos (HFE & STS), com base no modelo ‘ideal’ de espaço público previamente desenvolvido para Queensland (Austrália). Com base nesse modelo, analisamos (1) o modelo de espaços públicos em Queensland durante o isolamento resultante do COVID-19 – e as funções que deixaram de existir – e (2) o modelo de espaço público no pós-terremoto de Christchurch (Nova Zelândia). Embora a pandemia e o terremoto pareçam significativamente diferentes em um primeiro momento, as duas situações são semelhantes no sentido de que, em ambos os casos, a densidade se torna um problema. Consideramos a pandemia como um ‘desastre lento’ (quando a adaptação é fundamental, mas a mudança a longo prazo é opcional) e o terremoto como um ‘desastre rápido’ (quando a mudança é a única opção) e, baseado nesse contexto, consideramos que há lições a serem aprendidas com ‘desastres rápidos’ as quais podem auxiliar na resiliência urbana a longo prazo. Em seguida, aplicamos o modelo ‘ideal’ ao estágio de recuperação de Christchurch pós-terremoto, onde identificamos novas funções e sua relação com a segurança – tanto percebida como real. Essas novas funções são refúgio urbano e espaço pessoal, conforto ambiental, otimização de rotas de mobilidade e saída, proteção contra o ambiente construído, maximização da paisagem.

 

Abstract in English

This article presents an analysis of the impacts of the COVID-19 pandemic in public spaces and the need for integrating safety measures throughout the urban design process. We adopt a Human Factors and Ergonomic & Sociotechnical Systems (HFE & STS) approach based on an ‘ideal’ model of public space previously developed for Queensland (Australia). Based on that model we analyse (1) the model of public spaces in Queensland during COVID-19 lockdown – and the functions that were lost – and (2) the model of public space in Christchurch (New Zealand) post-earthquake. Although the pandemic and the earthquake are significantly different, they are similar in the sense that in both cases density becomes an issue. We consider the pandemic from a ‘slow’ disaster perspective (when adaptation is key, but long-term change is optional) and the earthquake as a ‘fast disaster’ (when change is the only way forward) and consider that there are lessons to be learned from ‘fast disasters’ to guarantee long-term resilience. We then take the ‘ideal’ model and apply to the post-earthquake recovery stage where we identify new functions and their relationship with safety – both perceived and real. These new functions are urban retreat and personal space, environmental comfort, optimizing mobility and exit routes, protection against the built environment, maximise the landscape.

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out /  Change )

Google photo

You are commenting using your Google account. Log Out /  Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out /  Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out /  Change )

Connecting to %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

%d bloggers like this: